segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Carta Fórum dos Técnicos das Universidades Estaduais Baianas

Carta Fórum dos Técnicos das Universidades Estaduais Baianas
                                                                                             
Ilhéus, 27 de fevereiro de 2012
A Comunidade em Geral

No ano de 2008 foi montada uma mesa setorial de negociação com o Governo do Estado para discutir os problemas referente a categoria dos técnicos das UEBA’S, e principalmente o nosso plano de cargos e salários. Naquele momento da discussão da Lei 11.375/2009, apesar de algumas perdas na gratificação em relação a Lei 8889/2003, aceitamos a nova lei, pois, entendemos que teríamos avanços, como por exemplo, alguns cargos que estavam em extinção retornaram a ativa, probabilidade de promoção usando título de graduação para os técnicos e fizemos também um acordo em relação a nossa nova gratificação a GSTU, que ela aumentaria linearmente sem incorporação, visto que, o salário do técnico quanto dos auxiliares com essa política de subtração do Estado estava fadado a ganhar apenas um salário mínimo.
Infelizmente o Governo não cumpre a Lei e os acordos firmados como, por exemplo, até hoje não finalizou processos de enquadramento, não regulamentou a Lei 11.375/2009 que deveria ter ocorrido até 01 de fevereiro de 2010 impedindo assim o servidores de terem promoção e progressão, mesmo com proposta encaminhadas pelos sindicatos da categoria a mais de 2 anos, subtração da GSTU e CET como forma do servidor atingir salário mínimo, não enquadramento de servidores da carreira dos técnicos administrativos, revisão e solicitação de insalubridade e periculosidade sem respostas a 6 anos, entre outros.Abaixo tabela sobre (in)evolução da nossa gratificação.
Evolução da gratificação no Governo Wagner

1 ano
2 ano
3 ano
4 ano
5 ano
6 ano
Item / Ano
2007
2008
2009
2010
2011
2012
Gratificação paga em %
95,47
86,96
79,208
75,037
73,527
61,928
Gratificação paga em Valor
346,84
364,99
376,07
386,82
404,93
389,24
Valor que a Gratificação deveria ter
362,79
400,72
376,07
408,53
432,67
460,79
     Gratificação paga no Grau I – Referência I do Técnico Universitário - 30 horas.

            Como podemos perceber na tabela, os valores da gratificação dos técnicos não vêm aumentando conforme negociado, que a porcentagem em relação ao salário está baixando progressivamente e que essa proposta do Projeto de Lei 19.703/2012 vai deixar o valor da gratificação a ser paga abaixo do valor de 2011 e isso acontece em todos os níveis dos técnicos e também com o CET (gratificação) dos auxiliares e demais técnicos do Estado. No exemplo acima, em 2011 o valor da gratificação é de 404,93 e com a proposta do governo reduzirá para 389,24 em 2012, quando deveríamos estar recebendo 460,79 se o Governo cumprisse os acordos.
            Todos esses problemas ocorrem não somente com a nossa categoria e sim com maior parte dos servidores do Estado, onde essa desvalorização é fruto de um Governo Autoritário e Anti-Democrático, que divulga existências de negociações permanentes através das mesas centrais e setoriais, mas, essas mesas não se reúnem desde janeiro 2009 para discutir problemas e soluções das categorias, nos recebendo apenas quando entramos em processo de paralisações e greve.
Esperamos que nossos Deputados dêem um basta a atitudes de um Governo que atropela as votações, não negociam com as categorias e promovem uma política de desvalorização com os seus servidores.


AFUS - UESB      AFUSC – UESC       SINTEST – UEFS / UNEB
        (77) 34248684       (73) 36805084           (75) 31618071 / (71) 33843680

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Ata da Assembléia Extraordinária do dia nove de fevereiro de dois mil e doze


Ata da Assembléia Geral Extraordinária do dia nove de fevereiro de dois mil e doze
Ata da assembléia extraordinária dos técnicos estaduais da Universidade Estadual de Feira de Santana, realizada aos nove dias do mês de fevereiro de dois mil e doze, no anfiteatro do modulo II da UEFS, para tratar da seguinte pauta a segurança dos Servidores técnicos da UEFS com a greve da polícia militar, à assembléia foi presidida pelo Coordenador  Geral Deibson Cavalcanti, iniciou às 10 horas e 30 minutos em segunda convocação, foi colocado em votação se seria uma reunião ampliada ou uma assembléia, foi aprovado caráter de assembléia de forma unânime, onde só uma funcionaria se pos
icionou contra. O coordenador geral iniciou com os informes, fez um breve retrospecto à respeito da greve da Policia Militar da Bahia e sobre a postura adotada pela administração da Universidade sobre essa questão. Comunicou que ligou para o reitor quando a greve dos policiais foi iniciada e conversaram sobre o tema, e que o vice-reitor entrou em contato com ele, e comunicou que seria realizada uma reunião onde os sindicatos seriam convidados para participar e expor suas sugestões, mas o Coordenador Geral do SINTEST ressalta que em momento nenhum foi convidado para essa reunião e segue avisando que essa postura adotada pela Universidade é Uma questão Administrativa e também informa que as demais Universidades Estaduais da Bahia estão paradas ou funcionando em horário especial.
Foi colocado em questão que a Universidade está funcionando mas que nem professores nem alunos não estão comparecendo para as aulas. Também foi discutido a questão da segurança do campus e a questão do deslocamento dos servidores até o local de pegar o ônibus sem ter a devida segurança.
O SINTEST, AFUS AFUSC decidiram em reunião em apoiar a greve dos policiais.
Abriu o momento de fala para os presentes no qual a servidora Chavely comunica que foi contra a questão da falsa segurança com o Vice-Reitor, que disse que não tinha visto ainda a necessidade de paralisar o expediente.
A servidora Débora avisa que se desloca da cidade de Santo Estevão para a UEFS todos os dias se expondo aos riscos.
Andrei avisa que a única categoria que ainda vem para a UEFS são os funcionários técnicos e também avisa da reunião que teve com o Coordenador Geral do SINTEST onde foi questionado a postura do Sindicato e foi cobrado uma postura em favor dos técnicos.
Os demais funcionários continuaram expondo as suas opiniões.
O Coordenador Geral Deibson seguiu informando sobre a carta de apoio aos grevistas, avisa que participou de passeata junto aos policiais  e que o SINTEST e os demais sindicatos das universidades Estaduais se dispuseram a colaborar financeiramente com algumas faixas, pois os Sindicatos dos policiais já estavam com contas bloqueadas. Segue explicando o motivo que levou ao apoio aos grevistas e os presentes concordaram que o SINTEST deveria mesmo apoiar.
Foi colocado em votação a proposta da suspensão das atividades dos técnicos até o fim da greve da policia militar da Bahia. Todos os funcionários presentes aprovaram, então 3 funcionários um de cada ônibus (cada roteiro) ficou encarregado de divulgar no respectivo ônibus.
E encerrou-se a assembléia. E para constar, eu Rafael dos Santos Gomes Estrela lavrei a presente ata, que após lida e aprovada será assinada por mim, e pelos legítimos representantes.  


Informes SINTEST

Sintest  Informa

A Assembléia dos Técnicos da UEFS definiu pela suspensão das atividades da categoria em função da greve dos Policiais Militares do Estado da Bahia e da falsa sensação de segurança que o Estado tenta passar aos seus servidores. Levamos também em consideração que alguns setores já estão funcionando em forma de rodízio, e que a maior parte dos professores está sem comparecer as suas atividades, poucos alunos assistindo as aulas e maioria das salas de aulas vazias, conforme noticiado pela TV Subaé.  Entendemos que esse ato administrativo deveria ser da própria instituição, pois, não podemos aguardar que algo aconteça contra seu maior patrimônio que é a comunidade acadêmica para que decisões desse tipo sejam tomadas. As escolas públicas / privadas e faculdades particulares da cidade estão fechadas por falta de segurança. Vários técnicos estão com medo de enfrentar o trajeto até o ônibus e outros que são de municípios vizinhos passam por dificuldades de deslocamento. Já estamos sem funcionamento no turno da noite, tendo necessidade por parte da Universidade de rever o calendário acadêmico. Além do mais, em assembléia terminada agora no final da manhã, os militares definiram pela continuidade da Greve. Por isso, conclamamos todos os técnicos a suspenderem suas atividades até que seja decretado o final da greve dos Policiais Militares.
 
A Assembléia reiterou a postura do Sindicato em apoiar o movimento de Greve da polícia Militar da Bahia.
 
Diretoria do SINTEST

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Assembléia Geral Extraordinária

Prezados Servidores Técnicos,

Em função da greve dos policiais militares convocamos todos os servidores técnicos da UEFS para Assembléia Geral  Extraordinária:

Data: 09/02/2012;
Horário:10:00;
Local: Anfiteatro - Módulo II;
Pauta: Greve dos Policiais militares;

Motivos: O campus está realmente seguro?
                 O Servidor se arrisca no trajeto até o ônibus?
                 Qual o tipo de apoio podemos dar a greve?
                 Todas as Faculdades de Feira estão fechadas, a UESB fechada, a UNEB fechada
                 parcialmente por que apenas a UEFS funciona?

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Carta Aberta - Greve dos Policiais Militares

Os Sindicatos dos Técnicos das Universidades Estaduais Baianas são solidários a greve dos Policiais Militares na luta pelos melhores salários e condições de trabalho e convoca a toda a sociedade a refletir sobre a situação da Segurança Pública do Estado da Bahia.
Entende-se que a segurança pública deve ser tratada com maior seriedade pelo nosso governo, pois, e a insegurança que passamos hoje não é simplesmente em função da greve da Polícia, e damos como exemplo que no final de semana antecedente a greve, foram assassinadas em Feira de Santana 10 (dez) cidadãos, e nesse momento só tem uma ampliação desse quadro.
Ano passado os Sindicatos do Funcionalismo Público, realizaram vários atos e paralisações, além da greve dos professores com objetivo de chamar atenção do Governo sobre a necessidade de negociação com as diversas categorias e em função da falta de diálogo e da truculência que o Governador Vagner tem tratado o os servidores públicos, bem como, o sucateamento que os serviços públicos vêm sofrendo.
A greve dos policiais é fruto da truculência e inoperância desse Governo que a cada dia vem se mostrando inábil no trato com seus servidores e com os cidadãos baianos.
Sabe-se dos prejuízos e transtornos que qualquer greve cria na Sociedade e principalmente, quanto o assunto é Segurança, mas, os Policiais Militares são cidadãos que merecem respeitos, por isso, conclamamos a Sociedade a apoiar o movimento desses nossos guerreiros, não apenas pelo fim da greve, mas para que os policiais tenham seus diretos já aprovados garantidos, estejam mais bem equipados e com salários dignos.

SINTEST – UEFS / UNEB           AFUS – UESB              AFUSC – UESC
sintestba@gmail.com / (75) 3161 8071